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ABRASÃO CUTÂNEA


Nível principal Procedimentos Estéticos


Atualmente, a abrasão química ou mecânica da pele, cuja prática vinha sendo minimizada pelos cirurgiões plásticos em décadas anteriores, atualmente ocupa um lugar de destaque entre as demais indicações de tratamentos estéticos.

Porém, antes de ser indicada, deve ser avaliada com critério pelo cirurgião, levando-se em consideração a análise de fatores como:

a) Irregularidade da pele e sua causa: seqüela de espinhas, varíola, cicatrizes leves, micro-sulcos, etc.
b) Tipo étnico do(a) paciente: as pessoas de pele morena ou orientais são mais propícios às complicações tipo "manchas". Por isso, a menor incidência de sua indicação em países tropicais (Brasil, etc.).
c) Tipo de atividade profissional do(a) paciente.
d) Presença de fatores locais que contra-indiquem o ato (barba irritável, espinhas ativas, irregularidade na superfície cutânea muito acentuada, presença de discromias em outras áreas, cicatrizes inestéticas, etc.)
e) Motivação do(a) paciente.

A abrasão poderá ser indicada em 1 ou mais sessões , com intervalos variáveis de acordo com o caso.
Poderá ser realizada sob anestesia local, sedação ou mesmo geral.
Durante um período de 2 meses, deverá ser evitada a exposição ao sol, a fim de se prevenir o aparecimento de manchas na pele. Atualmente quase não se indica a abrasão total da face ("peeling") simultaneamente à cirurgia do rejuvenescimento. Geralmente se recomenda um intervalo de 60 dias entre uma conduta e outra. Raros casos (micro-sulcos periorais) são feitos simultaneamente.
Tratando-se de conduta que exige o esclarecimento de detalhes sobre o resultado a ser oferecido, normalmente solicita-se ao paciente que exponha todas suas dúvidas durante a consulta.
A relatividade do resultado deverá ser assumida, para fins de decisão da intervenção, pelo próprio paciente, juntamente com seu cirurgião.



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